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Metade dos viajantes quer evitar interação durante viagens

Metade dos viajantes quer evitar interação durante viagens

Lidar com pessoas reais, seja por telefone ou pessoalmente, está diminuindo cada vez mais quando se trata de viagens corporativas. A automação total em viagens já é uma realidade para uma boa quantidade de deslocamentos, especialmente nos de curta distância.
O fato é que muitos dos viajantes a negócios não querem mais essa interação humana. Eles preferem confiar em seus aplicativos no smartphone, mensagens de texto e e-mails para planejar e organizar seus compromissos quando estão na estrada. Com a tecnologia como aliada, há menos distrações e mais produtividade.

Segundo um estudo recente da Egencia, metade dos 4,5 mil entrevistados de países como Austrália, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Suécia e Estados Unidos prefere evitar o contato com outras pessoas enquanto está viajando.

“Não é que os executivos gostem de isolamento, mas eles adoram a conveniência. Viajantes a trabalho são pessoas ocupadas. Precisar falar com um ser humano para resolver um problema é mais uma questão que requer foco e esforço de seu tempo, que normalmente é curto”, afirma o diretor de tecnologia da Egencia, Alex Kaluzny.

Muito disso se vê também nos viajantes millennials. Outros levantamentos, como um da IBM, mostram que eles preferem interagir com chatbots e inteligência artificial do que um atendente de verdade. À medida que a geração mais nova passa a viajar mais, os contatos serão cada vez mais frequentes on-line e via dispositivos móveis.

A questão é: será que chegamos em um ponto em que a viagem será totalmente automatizada? Se sim, o impacto na gestão destes deslocamentos será grande. Com um conjunto de tecnologias dando suporte completo ao viajante, será que ele ainda recorrerá ao travel manager?

“Quando um dos nossos viajantes se encontra em uma situação desafiadora e imprevisível, podemos oferecer uma orientação específica para que ele saiba quais próximos passos deve seguir. Acreditamos que ainda é vital entregar esses serviços em um cenário de viagens corporativas cada vez menos humano”, finaliza o vice-presidente de Produtos Essenciais da American Express Global Business Travel, Christophe Tcheng.

FONTE: Buying Business Travel